Alpapato: parques para todos
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Alpapato: parques para todos

A descoberta faz parte do universo infantil. E não a nada melhor do que usar o lado lúdico para isso. Brincadeiras como "esconder e aparecer", quebra-cabeças e escorregar são bons exemplos. Mas melhor que brincar é brincar com a turma. E se essa turma tiver perfis diferentes?

Os parques acessíveis são uma ótima sugestão. Ainda não são muitos, mas se depender de pessoas como Rodolfo Fischer, rapidamente, teremos mais unidades. Em 2012, ele decidiu trocar uma carreira sólida na área financeira para trabalhar em casa e passar mais tempo com a sua primeira filha, a Anna Laura.

Um mês depois, vítima de um acidente, a menina acabou falecendo. Passados dois meses, em uma viagem a Israel, Fischer conheceu um escorregador adaptado e decidiu da dor aliar uma causa: tomariam algumas atitudes em nome da filha. Nascia, então, a ideia do projeto Alpapato: Anna Laura Parque para todos.

A primeira unidade foi criada em 2014, dois anos depois da viagem, ao lado da AACD da Mooca. A ideia espaço é promover interações sensoriais, intelectuais e, claro, muita integral social. Há balanços com proteções, com espaços para cadeiras de rodas, painéis interativos e jogos de desenvolvimento intelectual. Sem falar nos mapas todos acessíveis para deficientes visuais e rampas de acesso.

Hoje já existem unidades em Cascavel, Natal, Araraquara e Recife vem mais parques por aí.

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