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Um ano repleto de desafios, mudanças e ações que prejudicaram e agregaram para toda a comunidade.

Um ano repleto de desafios, mudanças e ações que prejudicaram e agregaram para toda a comunidade.

 

 

Esse ano foi muito difícil para muitos familiares, autistas papais, mamães, cuidadores e claro autistas, além de várias outras pessoas que precisaram superar todas as dificuldades, esse vírus atingiu não apenas pessoas queridas, mas modificou todo um século quando o assunto é humanidade com referência de um mundo melhor perante as diversidades.

 

As teorias da conspiração modificaram um longo processo de ganho nos últimos anos após nossas conquistas recentes no Brasil, vimos um gigante retrocesso, vários atos de capacitismo, autismo sendo colocado em pauta para utilização de adjetivos aplicados em algumas cintações coexistente, pessoas que esqueceram que devemos respeitar as diferenças além é claro da saúde mental que afetou em diversas formas as pessoas com cada método único.

 

Tivemos ganhos significativos de pessoas com má intenções, as pseudorapias nunca tiveram tão forte no nosso meio, castigando diversas famílias, autistas e pessoas com comorbidades, as pessoas se usufruindo do autismo para ganho próprio, esperanças maldosas para familiares de uma suposta cura foram retomadas, até água sanitária teria voltado para utilização em um novo método de profilaxia para o tratamento das condições coexistes no autismo.

 

A comunidade se separou muito, autistas com vários transtornos adicionais relacionados as condições coexistentes e comorbidades ganharam força em suas falas, tentado criar ambientes inseguros com falsas alegações de um posicionamento normal perante as dificuldades que presenciamos, tentativas de diminuir pessoas que nos ajudaram, desde o processo de ganho para uma lei de apoio ou movimentos adicionais para novas vitórias, foram taxados por supostos atos políticos.

 

Um ano que o COVID19  levou vários autistas, homens e mulheres, onde as mulheres que tinha uma prevalência menor, por estudos antigos e ultrapassados ganharam maior voz, mostrando posicionamentos de um diagnóstico tardio e uma nova prevalencia anunciada pela spectrum entre 2x3, a comunidade LGBTQI+ trouxe esperança em conformidade e união as diversidades, autistas foram colocados em um desafio maior, no Brasil ocorreu o primeiro congresso de autistas para autistas, pessoas reclamaram da organização mais esqueceram que autistas estavam dando o seu melhor para disponibilizar algumas horas de compartilhamento verdadeiro.

 

Um ano que foi publicado um estudo que inicio em 2019 com mais de 2 milhões de autistas pelo mundo, mostrando uma prevalência genética no autismo entre 97/99% além de 81% ser relacionados a fatores hereditários, foi falado mais sobre a educação inclusiva, em contrapartida, mostramos os efeitos negativos da educação total, um conceito colocado em prática demostrou uma gigante falta de entendimento e atraso da população sobre processos de escolhas para familiares poderem determinar o melhor caminho de estudo para seus filhos com o autismo, presente agora por grupos de suporte, o termo Asperger caiu em desuso por uma grande parcela da comunidade, mostrando que a humanidade ainda tem esperança sobre determinados atos e ações.

 

Esse ano não foi fácil, não foi simples, mas vivenciamos vários momentos de vitória e desafios, um momento para refletirmos tudo que passou, respirar e respeitar as diversidades que presenciamos, desejando um ótimo ano repleto de saúde, paz e esperança.

 

Autista Savant - Jacson Maraçal - @jacsonfier no Instagram

Mundo Adaptado
Jacson Marçal
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Autista - Savant., Ativista e Voluntário. Humanas, Neurociência Médica  pela University de Duke 2020, Especialização em Certificado Internacionalmente em Neurofeedback & Biofeedback pela Conselho Nacional de Neurociência 2019, Especialista em ABA

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