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Pessoas com Síndrome de Down estão vivendo mais, mas envelhecem precocemente

Pessoas com Síndrome de Down estão vivendo mais, mas envelhecem precocemente

No passado, as pessoas que nasciam com a Síndrome de Down viviam até os 20 anos, em média. Hoje, a expectativa de vida é de 76 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, o envelhecimento deles é precoce. De acordo com a Sociedade Brasileira Geriatria Gerontologia (SGGB) não é exagero dizer que ele começa a partir dos 20 anos.

Cuidados com a saúde e desenvolvimento cognitivo são essenciais para que nessa fase, essas pessoas se mantenham saudáveis física e mentalmente. É com esse objetivo que a Fundação Dona Paulina de Souza Queiroz irá oferecer atendimento aos adultos com deficiência intelectual.

No espaço, atividades como trabalho, estimulação cognitiva, lazer, esporte e cultura serão utilizadas como ferramenta de desenvolvimento pessoal, intelectual e humano das pessoas com DI. Colaborando, assim, para que elas tenham cada vez mais qualidade de vida no futuro.

A entidade foi oficialmente inaugurada em 19 de julho de 1939, atendendo 20 crianças com algum tipo de deficiência intelectual por benemérito de Dona Paulina de Souza Queiroz. Ao morrer, ela determinou em testamento que sua fazenda na região atual dos Jardins, fosse transformada em uma instituição para pessoas com deficiência intelectual, chamados à época de débeis mentais.

Após desapropriação do local para modernização da cidade, a Fundação passou por alguns locais e ficou até mesmo inativa. Mas logo mais, ela voltará a funcionar no imóvel pertencente à Fundação localizado no bairro do Brooklin.

O local atenderá até 140 pessoas com deficiência intelectual e TEA (Transtorno do Espectro Autista), que estão entrando em processo de envelhecimento. 

Foto: Freepik

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