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AUTISMO DEFICIÊNCIA OU DOENÇA

AUTISMO DEFICIÊNCIA OU DOENÇA

Sobre o Autismo ser Deficiência ou Doença, precisamos ir mais fundo para entender sobre esse assunto, dentro dessas características temos o CID International Statistical Classification of Diseases and Related Health Problems – ICD) em livre tradução ele determina a classificação e codificação das doenças e uma ampla variedade de sinais, sintomas, achados anormais, denúncias, circunstâncias sociais e causas externas de danos e/ou doença.

O que seria então uma responsiva para deficiência?  A expressão "Pessoa com deficiência" pode ser aplicada referindo-se a qualquer pessoa que vivencie uma deficiência continuamente. Contudo, há que se observar que em contextos legais ela é utilizada de uma forma mais restrita e refere-se a pessoas que estão sob o amparo de uma determinada legislação. Podemos observar nesse relato a justificativa para tal expressão “Achados anormais e circunstâncias sociais e causas externas de danos em tradução livre pode ser associada ao neurodesenvolvimento relacionado a causas externas”, ou seja uma pessoa que possua um processamento neural dentro de suas características logo em seguida temos o "E / OU DOENÇA". Como reforço em todas minhas publicações o grande problema que sofremos no Brasil parte do princípio de traduções e transliterações não efetuadas adequadamente.

Reintegrando o complemento da pesquisa podemos chegar a conclusão que o CID não serve de balizador apenas para a doença mais um agrupamento criado para os sistemas de reintegração e suportes de decisão automática na medicina (Será alterado no DSM gradualmente). Este sistema está desenhado para “promover a cooperação” internacional da coleta, processamento, “classificação e apresentação” destas estatísticas. A CID é a classificação central da WHO Family of International Classifications. Quando entramos dentro dessa pesquisa (Basta acessar SITE WHO, Linha 6) podemos observar a correção para 06 Transtornos mentais, comportamentais ou do “desenvolvimento neurológico” novamente a OMS cria outra camada para blindar o Autismo dentro da classificação de deficiência.  

Então qual o sentido de ter um DSM 5? (Última atualização) Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais serve justamente para classificação de diagnóstico com base nas pesquisas realizadas anualmente pela  Associação Americana de Psiquiatria (American Psychiatric Association - APA) dentro dessa classificação serve de apoio para institutos de pesquisas, medicamentos e normativas para atualização do ICD conforme nova abordagem programada para Janeiro de 2022. Então qual órgão define a deficiência Jacson?  O mundo utiliza o WHO (OMS) + SSA, sim, sistema de seguro social americano, que monta uma bancada anual para agregar as classificações ajustadas e publicadas pela Centers For Disease Control And Prevation (CDC) em seguida a validação é feita pelos demais órgãos, em especial a “Lei de Educação para Indivíduos com Deficiências” IDEA nesse agrupamento a OMS sugere a alteração global e unificação “CID 11” digital para evitar a confusão atual de países subdesenvolvido e emergente (Brazil rsrs) fazem com a CID.

Quando partimos para outras partes do mundo o Autismo já se enquadra fisicamente dentro do quadro de neurodesenvolvimento, levando em consideração a nota de validação da Organização Internacional de Neurociência de 2005 por Zwaigenbaum L, Bryson S, Rogers T, Roberts W, Brian J, Szatmari P. Onde foi classificado pelo método  Behavioral manifestations of autism in the first year of life. Int J Dev Neurosci, verificamos várias outras patologias também importantes que não tem ainda um embasamento legal no Brasil, justamente pela dificuldade de disfunção da termologia o que nos leva a refletir o quão atrasados estamos em comparação aos demais países.

Deixo essa decisão para cada um, precisamos lutar mais pela igualdade em conjunto com a equidade para se fazer justo para todos os Autistas e familiares que são afetados direta e indiretamente por esse processo da evolução humana.

Fonte: 1. Volkmar FR, Lord C, Bailey A, Schultz RT, Klin A. Autism and pervasive developmental disorders. J Child Psychol Psychiatry. 2004;45(1):135-70. 2. Rutter M. Genetic influences in autism. In: Volkmar F, Paul R, Klin A, Cohen D, editors. Handbook of autism and pervasive developmental disorders. 3rd ed. New York: Wiley; 2005. Volume 1, Section III, Chapter 16, p. 425-52. 3. Klin A, Pauls D, Schultz R, Volkmar F. Three diagnostic approaches to Asperger syndrome: implications for research. J Autism Dev Disord. 2005;35(2):221-34. 4. Fombonne E. Epidemiological studies of pervasive developmental disorders. In: Volkmar F, Paul R, Klin A, Cohen D, editors. Handbook of autism and pervasive developmental disorders. 3rd ed. New York: Wiley; 2005. Volume 1, Section I, Chapter 2, p. 42-69. 5. Kanner L. Autistic disturbances of affective contact. Nerv Child. 1943;2:217-50. (Acta Paedopsychiatr. 1968;35(4):100-36) 6. Zwaigenbaum L, Bryson S, Rogers T, Roberts W, Brian J, Szatmari P. Behavioral manifestations of autism in the first year of life. Int J Dev Neurosci.
Autista - Jacson Marçal @jacsonfier nas redes sociais.

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Jacson Marçal
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Autista - Savant., Ativista e Voluntário. Humanas, Neurociência Médica  pela University de Duke 2020, Especialização em Certificado Internacionalmente em Neurofeedback & Biofeedback pela Conselho Nacional de Neurociência 2019, Especialista em ABA

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