A importância do ortostatismo nas disfunções neuromotoras
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A importância do ortostatismo nas disfunções neuromotoras

As crianças com disfunções neuromotoras mais graves apresentam  maiores dificuldades para ficarem e se manterem pé. O não ficar  em pode acarretar algumas complicações para essas crianças como a subluxação ou a luxação de quadril. Para que seja formado a articulação coxofemural é necessário que aja mobilização dessa articulação em vários planos, essa mobilização acontece durante o desenvolvimento neuropsicomotor quando a criança começa a se movimentar como no arrastar e no engatinhar, movimentos que para algumas crianças são muito difíceis; além do movimento a descarga de peso também é muito importante para formar essa articulação e é na posição ortostática (em pé) onde conseguimos essa descarga de peso.

Além de prevenir a subluxação ou a luxação do quadril a posição ortostática também ajuda no sistema gastrointestinal melhorando a digestão, a função intestinal e a drenagem da bexiga. Melhora o sistema circulatório. A descarga de peso aumenta a densidade óssea deixando os ossos mais fortes. Mantem a musculatura alongada prevenindo deformidades e contraturas. Melhora a expansão pulmonar prevenindo doenças respiratórias. Ajuda na socialização dessas crianças, pois permite outro angulo de visão podendo olhar as pessoas de frente as colocando em posição de igualdade e assim vendo o mundo de uma forma diferente. 

Como dispositivos para auxiliar essas crianças à ficarem em pé temos: o estabilizado vertical conhecido como parapodium para crianças que precisam de mais auxilio, mas também podemos usar um andador ou até mesmo uma bicicleta sem pedal para criança com mais controle do seu corpo, pois além de ficarem em pé poderão trocar alguns passos. O melhor dispositivo vai depender de cada criança que deverá ser avaliada e orientado por um fisioterapeuta.

Mundo Adaptado
Tânia Regina  Rodrigues
Tânia Regina Rodrigues Seguir

Fisioterapeuta - Corpo e Atitude

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