Podcast Papai Atípico: O que me falta?

Através de conversas sobre outras paternidades, Guilherme embarca em uma jornada para compreender a própria paternidade e como amar e aceitar sua filha.

Sobre

Minha paternidade tem apenas dois anos, mas a quantidade de consultas, remédios e terapias de Dora, minha filha, vale por uma vida inteira. É o que passamos mães e pais de uma criança com desenvolvimento atípico.

No meu caso, desde o nascimento conturbado de Dora, quando ela sofreu um hipóxia neonatal, passando pelos 16 dias de UTI, a paralisia cerebral e a síndrome de West (uma epilepsia infantil de difícil controle), não há um dia em que eu não viva sentimentos conflitantes, ora intensos, ora amenos. A dor de mão dadas com o cuidar. A frustração abraçada na impotência. 

São dois anos de muita reflexão, aprendizado, descobertas. E em um mundo onde nós homens pouco falamos, pouco nos abrimos, eu me vi sem ter com quem compartilhar as angústias de minha paternidade atípica. Então durante esse processo, criei o Papai Atípico para me expressar e dialogar com meus sentimentos. E também para conversar com outros homens e entrar em contato com outras paternidades tão particulares quanto a minha.

Mesmo o amor a crescer e iluminar o dia, seguindo sua própria vontade, é uma nuvem cinza a pairar sobre mim que desvia minha atenção para as incertezas. Por que é tão difícil acolher minha filha? O que me falta para aceitar e amar Dora?

São algumas das perguntas que pretendo responder com essa temporada de podcasts do Papai Atípico. Se você também se pergunta isso, me acompanhe nessa jornada.

Os Podcasts serão disponibilizados nas segundas-feiras, corra que é gratuito e por tempo limitado!

 

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